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Por que sua clínica perde dinheiro com convênio — e o que dá pra fazer sobre isso

Foto do escritor: Ergotk
Ergotk
24 de set.
3 min de leitura

Se você atende convênio, provavelmente já sentiu isso na pele: manda a guia, espera, e uma parte volta glosada — recusada, parcial ou totalmente. Isso não é exceção, é a regra do sistema de saúde suplementar no Brasil.

O tamanho do problema

Segundo o Observatório da Anahp, os hospitais associados tiveram 17% de glosa inicial no primeiro trimestre de 2025. Mesmo depois de negociar e recorrer contra grande parte dessas recusas, sobra uma perda líquida de cerca de 4% de todo o faturamento. Não é pouco: só naquele trimestre, o setor de saúde suplementar movimentou R$ 92,9 bilhões — o que dá uma ideia de quanto dinheiro está escapando, mês após mês, de quem atende convênio.

E esse número é de hospital grande, com equipe de faturamento dedicada. Numa clínica pequena ou pra um profissional autônomo, sem esse suporte, a glosa costuma doer ainda mais — porque cada guia recusada é tempo que ninguém tem sobrando pra brigar de volta pelo pagamento.

Quem cuida disso hoje — e quem fica de fora

Existem sistemas no mercado dedicados a reduzir glosa, alguns bem sofisticados, com inteligência artificial e garantia contratual de resultado. O problema é o público que eles miram: são pensados pra operações grandes, com faturamento mensal na casa dos milhões e já integrados a um ERP hospitalar robusto.

Quem fica de fora dessa conversa é exatamente quem mais precisa de ajuda: a clínica pequena, o consultório, o profissional autônomo que atende convênio sem ter um departamento de faturamento por trás. Esse público não é menos afetado pela glosa — só não tem, hoje, uma ferramenta pensada pro tamanho dele.

Belo Horizonte, e o resto do Brasil

BH é a terceira maior região metropolitana do país, com um mercado de saúde suplementar grande e maduro — só a rede pública/conveniada da prefeitura já soma mais de 23 hospitais, fora toda a rede privada de clínicas e consultórios menores espalhada pela cidade. É um baita volume de gente atendendo convênio todos os dias, majoritariamente sem nenhum sistema dedicado a evitar glosa.

O que dá pra fazer a respeito

A raiz do problema, na maioria dos casos, não é má-fé do convênio — é erro na guia. Campo preenchido errado, autorização que não bate, informação faltando. São erros pequenos, fáceis de corrigir, mas difíceis de enxergar antes de mandar a guia — porque exigiria conhecer de cor as regras de conferência da ANS.

É exatamente esse o ponto em que a Ergotk entra: conferência automática das guias TISS/TUSS antes do envio ao convênio. Você importa o XML que seu sistema já gera (ou preenche os dados manualmente, se ainda não tem um sistema de faturamento), e a conferência aponta os pontos que costumam gerar glosa — pra você corrigir a tempo, não depois que o pagamento já foi recusado.

Pra quem ainda não tem um sistema de faturamento — bem comum entre clínicas pequenas e profissionais autônomos —, a Ergotk também gera o XML formatado pra enviar ao convênio, então serve tanto como conferência quanto como o próprio sistema de emissão da guia.


Conheça algumas das telas do nosso sistema Ergotk


Vale a conversa

Se sua clínica ou consultório perde tempo (e dinheiro) com glosa e você nunca teve acesso a uma ferramenta de conferência pensada pro seu tamanho, vale batermos um papo. A Ergotk nasceu resolvendo a rotina de quem trabalha com saúde no dia a dia — o faturamento médico é a mesma lógica, aplicada a outra dor real.


Fale conosco WhatsApp: 31 - 9 7104-2474


Fonte dos dados: Observatório da Anahp (Associação Nacional de Hospitais Privados), 1º trimestre de 2025.

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